É de costume da poesia -
Não aparar prédio nos ombros,
não dar consultoria publicitária,
não meter dinheiro nas algibeiras,
não arrumar direito à cargo público,
e não cumprir quarenta horas semanais.
É de costume do poeta -
Estudar para desconhecer com propriedade,
escurecer as palavras até que fiquem claras,
cometer a disfunção de agigantar o ínfimo,
dar transfiguração de poeira ao infinito,
e ser eternizado por suas inutilidades.
Marco,
ResponderExcluir... Como não se maravilhar diante de suas palavras?
O mesmo veio rico, surpreendente de sempre!
Abraços!!!
Obrigado pelas palavras gentis, Gi.
ResponderExcluirAbraços!
marco, muito bom demais da conta, rapaz! que poema! a 2a parte, então... abraço.
ResponderExcluirObrigado, Gê! Fico feliz com o elogio.
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